segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

12 de janeiro de 2020 (domingo)

Ontem levei uma queda num lugar sem nenhum obstáculo. Estava me dirigindo ao meu neto, de braços abertos, para lhe dar um abraço. Nesse instante, meu chinelo dobrou e levei a queda. Bati a parte de trás da cabeça no chão e ralei o joelho direito. Nada demais.
Hoje fui ao Restaurante Potiguar, mas não almocei lá.


Todos voltamos para casa e trouxemos comida.

O que comemoramos nesta data:

Aniversário da minha sobrinha Carolina Rezende Improta Britto. Mora em Salvador, BA.

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12-01-20 (domingo) 58g200 Pressão:13x8_______________________________________________________________

Desjejum: 8h00___Lanche: 11h00____Almoço: 13h00       Lanche: 16:00    Jantar: 18:00 
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    Desjejum: mamão: kiwi; pão francês com requeijão cremoso.
    Lanche: 1 laranja.
    Almoço: macaxeira frita; frango grelhado.
    Sobremesa: goiabada.
    Lanche: iogurte grego e salada de frutas.
    Jantar; cafe com leite, pão com requeijão cremoso
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Li no Jornal A Tarde, de 12 de janeiro de 2020, domingo, a seguinte manchete em capa: "CGU - Municípios baianos estão entre os menos transparentes País". Levantamento indica prefeituras que pecam na oferta de informações. 
Capa jornal A Tarde 
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Li no Jornal Folha de São Paulo, de 12 de janeiro de 2020, domingo, a seguinte manchete em capa: "Controle interno - Auditoria mira elo de DPVAT com pessoas próximas ao STF". Líder responsável pelo seguro obrigatorio, tem procedimentos questionados em controle interno.

Capa jornal Folha de S.Paulo


Li no Jornal O Estado de São Paulo, de 12 de janeiro de 2020, domingo, a seguinte manchete em capa: "Brasil volta a rota de investimentos dos chineses". Expectativa é de que, após dois anos mais fracos, eles injetem cerca US$ 7 bilhões em 2020 no País.


Capa jornal O Estado de Sao Paulo


Li no site SRzd, de 12 de janeiro de 2020, domingo, a seguinte manchete em capa: "Mulher promove duelo até a morte entre ex-marido e amante"




 
Asta Juskauskiene, Mantas Kvedaras e Giedruis Juskauskas. Foto: Reprodução/Facebook
Asta Juskauskiene, Mantas Kvedaras e Giedruis Juskauskas. Foto: Reprodução/Facebook
Parece filme de ficção, mas aconteceu de fato. Em 2018, Asta Juskauskiene, de 35 anos, decidiu terminar o casamento com Giedruis Juskauskas (42 anos) para ficar com o amante, Mantas Kvedaras (25 anos).

Mantas e Asta se conheceram após o jovem sair da prisão e engataram um relacionamento, mas a mulher ainda mantinha relações sexuais com o ex-marido.
Foi aí que Asta se viu num impasse. Para ficar com apenas um deles, a mulher decidiu que eles deveriam duelar até a morte por ela, num estilo bem medieval – e eles aceitaram!
A partir de então, a batalha estava marcada. Em junho do ano passado, Mantas e Giedruis se encontraram em um beco na cidade de Stratford e iniciaram a luta – enquanto isso, Asta estava em casa cuidando do filho que teve com Giedruis. O resultado foi a morte do ex-marido, esfaqueado mais de 30 vezes por Mantas.
Segundo o jornal Metro, Mantas foi acolhido por Asta após o crime, e ela o ajudou na exclusão de mensagens e demais arquivos para fugir da polícia. Os dois, no entanto, foram presos.
Inicialmente, a “criadora” do duelo foi condenada por conspiração para assassinato. Os dois vão conhecer a sentença final no mês que vem – Mantas pode receber prisão perpétua.
Leiam a reportagem completa, acessando o link:


Até amanhã meus fiéis seguidores

domingo, 12 de janeiro de 2020

11 de janeiro de 2020 (sábado)

Resultado de imagem para jogador de futebol e treinador de futebol brasileiro Reginaldo Araújo.Resultado de imagem para Dia Internacional do ObrigadoEu, Joana e Rafael fomos ao cinema. Assistimos Frozen II. De volta à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a separação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajudará Elsa a compreender a origem de seus poderes.


O que se comemora hoje?


Dia Internacional do Obrigado

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Dia do Controle da Poluição por Agrotóxicos

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Dia Internacional do Obrigado

Tomada de Óbidos aos Mouros - Feriado 

Municipal de Óbidos, Portugal

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O que eu comi hoje:

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11-01-2020 (sábado)          58kg200       12x8
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Desjejum (7h30); Almoço (12h00); Lanche (17h00); Jantar (18h30)
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Desjejum; café com leite, bolo e torradas com requeijão cremoso.
Almoço; salada mista, macarrão com estrogonofe de frango.
Lanche: 1 copo de milkshake.
Jantar: chá, bolo e torradas com requeijão cremoso.
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A frase do dia: "Pirralha(THUNBERG, Greta, ativista ambiental sueca de 16 anos, adicionando o termo usado por Jair Bolsonaro para descrevê-la. No dia seguinte apareceu como "Pessoa do Ano" em capa da Revista Time.apud Revista Veja, de 18 de dezembro de 2019. Pág 36).

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Em 11 de janeiro de 2003,  entrou em vigor o atual Código Civil Brasileiro.


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Em 11 de janeiro de 1996, nasceu o cantor brasileiro Baco Exu do Blues.
Resultado de imagem para cantor brasileiro Baco Exu do Blues.

Em 11 de janeiro de 2016, morreu o jogador de futebol e treinador de futebol brasileiro Reginaldo Araújo.


Li na Revista Veja, de 18 de dezembro de 2019, a seguinte manchete em capa: "A reforma silenciosa - As reformas silenciosas feitas pela equipe de Paulo Guedes". Sem muito alarde, o ministro Paulo Guedes implementa uma agenda de mudanças que podem revolucionar a máquina federal, como a digitalização de processos, a revisão de regras arcaicas e a redução de funcionários.
A REFORMA SILENCIOSA - 18/12/2019



Li no Jornal Folha de São Paulo, de 11 de janeiro de 2020, sábado, a seguinte manchete em capa: "Governo dos EUA anuncia novas sanções contra o Irã". Impostas ontem as sanções são a primeira resposta concreta ao ataque de Teerã contra ataques de Teerã contra os soldados americanos no Iraque. 
Capa da Edição Nacional da Folha




Li no site SRzd, de 11 de janeiro de 2020, sábado, a seguinte manchete em capa:"Adeus e obrigado, Neil Peart"
 


Por PEDRO DE FREITAS
Sou baixista. Não toco profissionalmente, mas amo tocar baixo e jamais pensei em me tornar baterista. Mesmo assim, tinha como um dos meus ídolos na música um certo canadense, que me custa acreditar que tenha, essa semana, partido do nosso mundo.
Neil Peart era dessas personalidades que parecem que sempre existiram no mundo, e que achamos que sempre estarão por aí de alguma forma. Era, como talvez hoje não exista em nenhum outro instrumento musical, uma unanimidade absoluta. Por anos a fio foi o melhor baterista do planeta Terra. Aqueles que podiam ser seus rivais/contendores haviam morrido há muito tempo. John Bonham, o poderoso baterista do Led Zeppelin, e Keith Moon, o gênio louco do The Who, sucumbiram ainda no início dos anos 80 a um estilo de vida quase suicida. O pacato Neil ficou, e construiu uma imensa obra em torno do power trio Rush, que ao longo de anos gradativamente conquistou fãs e crítica no mundo todo, com um som ao mesmo tempo característico e mutante. Neil era parte fundamental, não fosse ele, com sua avidez literária, o compositor principal da banda.
Sem Bonham e Moon, aqueles bateristas que alcançaram de alguma forma seu nível técnico são na verdade súditos. Músicos de história recente como Mike Portnoy (ex-Dream Theater), Brann Dailor (Mastodon), Danny Carey (Tool), Jay Weinberg (Slipknot) entre outros não escondem as influências do mestre.
O próprio Neil Peart tinha seu ídolo: o grande baterista de jazz Buddy Rich. Mas sua evolução técnica englobando hard rock, jazz e os elementos de percussão que foi incorporando com o tempo faziam com que cada construção musical feita para sua banda fosse única e indistinguível; suas intervenções nas músicas Rush são tão fáceis de lembrar, apesar da complexidade técnica, que todo mundo que curte rock tem uma levada de bateria do Rush de sua preferência. A minha preferida é a de “Subdivisions”. Perfeita. Mas tem as clássicas de “2112”, “Xanadu”, “YYZ” e “The Spirit Of Radio”. Há belezas ocultas em músicas menos badaladas como “Between Sun And Moon” e “Test For Echo”.
O mestre canadense tinha se aposentado há uns cinco anos atrás. Seu talento o ajudou a superar tragédias pessoais tremendas no decorrer de sua carreira. Mas fisicamente já não se sentia apto a repetir dia após dia as proezas técnicas de que um dia tinha sido capaz. Interrompeu a carreira de uma das maiores duplas rítmicas de baixo/bateria da história da música popular, com seu companheiro de banda, o superbaixista Geddy Lee.
Entre as várias músicas que Neil compôs, uma especificamente fala sobre sua admiração pelo talento artístico, relatada por ele na condição de fã. Teria alguma vez pensado nos milhões que escutaram a mesma música e tinham ele mesmo como inspiração?
“Ouço suas músicas passionais e leio palavras que tocam meu coração,

Miro retratos febris e os segredos que os fazem especiais,
Quando sinto as visões poderosas que essa chama trouxe a vida,
Gostaria de ter esse instinto, gostaria de ter essa energia
Nós pagamos um preço fabuloso por nossas visões de paraíso,
Mas um espírito com uma visão é um sonho com uma missão.”
Leiam esta reportagem completa, acessando o link:

Até amanhã meus fiéis seguidores.



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