quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

16 de dezembro de 2013 (2ª. feira)

            As colegas arquitetas de Joana vieram almoçar conosco – Lorena, Luana e Marina – e também trabalhar. Veio, também, a minha amiga Raimunda para pegar as revistas. Ela me trouxe um mimo de presente. Achei tão doce da parte dela. Raimunda me levou ao Shalom para eu fazer as unhas. Quando terminei, eu ia retornando para casa a pé e Joana chegou no exato momento em que saía do salão. Então não andei nada.

            Abaixo vou transcrever mais um capítulo do livro: “A maior história de todos os tempos: a própria vida”. Leiam a crônica O Pedófilo:
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O PEDÓFILO

        

         Papai me levou ao barbeiro para cortar o cabelo e me deixou lá porque foi resolver algum problema. Lá era barbearia que cortava cabelo de senhoras. Acho que naquele tempo nem existia, em Campo Grande, salão de beleza. Eu deveria estar com uns 10 anos. Fiquei ali sentadinha até que ele atendesse as duas pessoas que estavam antes de mim.

 

         Enquanto ele cortava meu cabelo, sussurrava que eu era muito bonita, atraente e coisas que tais. De repente ele enfiou a mão pela blusa. Dei um pulo e comecei a chorar. Ele me trouxe um copo d’água e tentou me acalmar. Já calma, deixei que ele terminasse de cortar o meu cabelo. Estava ansiosa para que papai voltasse. Ele demorou uma eternidade!

 

         Aí, à guiza de limpar o cabelo que tinha caído sobre a minha roupa, começou passando a mão acima dos meus joelhos. Meu vestido batia no meio das pernas. Era bem compridinho. Fui saindo, escorregando pela cadeira até que pudesse me levantar. A minha vontade era esganá-lo. Minha revolta era muito grande.

 

         Sabe o que ele falou para o papai? Que eu não deixei ele cortar o meu cabelo, que eu era muito mimada e era muito grande para ficar daquele jeito. Papai, claro, me deu uma bronca daquelas! Não tive coragem de contar a verdade. Além de tudo, passei pelo vexame, de não deixar ele cortar direito o meu cabelo. Eu disse para papai que nunca mais queria voltar lá. Eu queria que minha mãe ou minhas tias cortassem meu cabelo.  

 

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A frase do dia: “A vantagem de uma memória ruim é que se aproveita várias vezes as mesmas coisas boas” (NIETZSCHE, Friedrich, filósofo alemão apud Jornal A Tarde, de 10 de dezembro de 2013. Caderno 2. Pág. 2).


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16 de dezembro de 1963, Dia da Vitória em Bangadlesh: marca a rendição das tropas invasoras do Paquistão. Em 16 de dezembro de 2012, após vence o Chelsea, Corinthians se consagrou bi-campeão mundial interclubes. Em 16 de dezembro de 1865, nasceu Madre Paulina, ítalo-brasileira proclamada oficialmente Santa em 19 de maio de 1865 pelo Papa João Paulo II. Em 16 de dezembro de 1865, nasceu o poeta brasileiro Olavo Bilac. Em 16 de dezembro de 1774, morreu o economista francês François Quesnay. Em 16 de dezembro de 1965, morreu o escritor britânico William Somerset Maugham. Hoje é o aniversário de Caicó, no Rio Grande do Norte e Dia dReservista.

Quem foi Madre Paulina? Amábile Lúcia Visintainer, Santa Paulina nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vígolo Vattaro, Trentino, Alto Ádige, norte da Itália. Foi a segunda filha de Antônio Napoleone Visintainer e Anna Pianezzer. Batizada no dia seguinte de seu nascimento. Morreu em 1942.

Seu pai, Napoleone, era pedreiro e para conseguir manter financeiramente a família, por muitas vezes procurava emprego fora de Vigolo Vattaro. Era um homem de fé profunda, cristão praticante e caridoso. Sua esposa, Anna, trabalhava para a família e para manter a casa e o pequeno campo. Nos longos invernos, Anna passava horas fiando e tecendo, fazendo tecidos de linho e algodão para vestir a família.


Uma boa notícia que deu no Jornal A Tarde, de 16 de dezembro de 2013, 2a. feira: “Supershow e feijoada – Show de gravação do DVD comemorativo aos 20 nos de carreira de 36 mil pessoas”. Durou quatro horas e reuniu cerca de 36 mil pessoas, sábado, na Arena Fonte Nova. No palco, convidados como Alexandre Pires. Ontem, a cantora ofereceu uma feijoada para os amigos.     


 Uma notícia ruim que deu no Jornal A Tarde, de 16 de dezembro de 2013, 2a. feira: “Transporte – Sistema ferryboat tem problemas a seis dias da chegada do verão”. Passageiros reclamam das filas e de falra de condições adequadas das embarcações e a empresa responsável, ainda não divulgou como será realizada a operação para o verão que apresenta maior demanda.


Li no Jornal A Tarde, de 16 de dezembro de 2013, 2a. feira, que trouxe a seguinte manchete: “Transporte – Plano de operação dos ferries é mistério”. Concessionária não define o funcionamento durante o verão.



Até amanhã meus fiéis seguidores!

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