quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

17 de dezembro de 2013 (3ª. feira)

            Não podendo sair de casa pedi as compras pelo telefone. Vieram da primeira qualidade, mas as quantidades... Pedi uma penca de bananas. Veio uma penca com 16 enormes bananas. Eu, pessoalmente, prefiro as bananas pequenas, porque a grande eu preciso partir. E a outra metade? Perde. Para fazer a minha vitamina uma banana pequena basta. E a banana grande como é que fica? Minha vitamina é feita com meio copo de leite. Melão veio um enorme. Melancia pedi um pedaço: veio quase meia melancia. Comprei: abacaxi, alho, banana, brócolis, cebola, chuchu, granola, kiwi, maçã, melão, melancia, papel higiênico, pera,  suco de uva, e tomate.


            Abaixo vou transcrever mais um capítulo do livro: “A maior história de todos os tempos: a própria vida”. Leiam a crônica Uma noite em Salvador:
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UMA NOITE SEM DORMIR

        

         Estava eu em Lisboa, em julho de 2012. Fui defender minha dissertação de mestrado. Os dois primeiros dias fiquei indo e vindo à Universidade Lusófona. Estava resolvendo a parte burocrática referente ao mestrado e fiz o pagamento em euros de alguns expedientes. Uma vez defendida a dissertação me dediquei a visitar Lisboa e arredores.

 

         Fiz tours para Óbidos, Nazaré, Fátima, Batalha e outros pontos turísticos. Experimentei licor, vinho. Comi bolinhos de bacalhau, alguns doces deliciosos. Fiz compras, tirei fotos, visitei lojas, becos e barzinhos. Nesse meio-tempo visitei, também, museus e igrejas. Foi um belo passeio, menos num ponto: visita às igrejas, onde estão os túmulos de Luís de Camões, Pero Vaz de Caminha, Vasco da Gama...  

 

         Estava apreciando as esculturas, a igreja em si, quando o guia falou assim: “por exemplo, esta senhora está pisando sobre o túmulo de Vasco da Gama...” Levei um susto. Eu pisando logo em cima de um túmulo? Ali sob os meus pés estava um defunto. Minha nossa!” Saí depressa dali, morrendo de medo.  Eu me senti super mau. As pessoas riem de mim quando conto isso. Mas é sério.

 

         Cheguei ao hotel e rezei muito. Não consegui dormir naquela noite. Só pensava no fato d’eu ter pisado sobre um túmulo. De manhã, quando falei ao telefone com minha filha, eu contei o motivo da minha insônia. Ela riu de mim. Não é brinquedo não. Não gosto de interação com defunto, nem que seja do século XVI! Cruz credo!

 

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A frase do dia: “Cada um de nós tem um fogo no coração para alguma coisa. É nossa meta na vida encontra-lo e mantê-lo aceso” (RETTON, Mary Lou, ex-ginasta norte-americana apud Jornal A Tarde, de 17 de dezembro de 2013. Caderno 2. Pág. 2).


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        17 de dezembro de 1777, A França foi a primeira nação a reconhecer a independência dos Estados Unidos. Em 17 de dezembro de 1792, por ordem de D. Maria I, Rainha de Portugal, foi fundada a Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho, primeira escola de engenharia das Américas e terceira do mundo, sendo antecedido apenas por escolas do mesmo gênero fundadas na França (1747) e em Portugal (1790). Os atuais descendentes são a Escola da Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Poli) e o Instituto Militar Brasileiro (IME). Em 17 de dezembro de 1876, nasceu o médico e literato brasileiro Afrânio Peixoto. Em 17 de dezembro de 1905, nasceu o escritor brasileiro Érico Veríssimo. Em 17 de dezembro de 1969, morreu o 27º. Presidente do Brasil Artur da Costa e Silva. Em 17 de dezembro de 2011, morreu o carnavalesco brasileiro Joãosinho Trinta. Hoje é o Dia de São Lázaro de Betânia e Dia do Pastor Presbiteriano.

 


Quem foi Joãosinho Trinta? João Clemente Jorge Trinta, o Joãosinho Trinta nasceu em São Luís, em 23 de novembro de 1933 e morreu em São Luís, em 17 de dezembro de 2011. Foi um artista plástico e famoso carnavalesco brasileiro.


Até os 17 anos de idade viveu em São Luís do Maranhão, onde trabalhou como escriturário. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1951, para estudar dança clássica no Teatro Municipal. Durante 25 anos, fez parte do Corpo de Baile do Teatro Municipal e encenou duas óperas: O Guarani, de Carlos Gomes; e Aída, de Giuseppe Verdi.
Começou sua carreira carnavalesca no Salgueiro, em 1961, como assistente e, dois anos depois, a escola foi campeã do carnaval, com o enredo Xica da Silva, de Fernando Pamplona e Arlindo Rodrigues. Sempre como assistente, viu sua escola ser campeã também nos anos de 1965, 1969 e 1971.

Uma boa notícia que deu no Jornal A Tarde, de 17 de dezembro de 2013, 3a. feira: “Natal – Ecoárvore é destaque na decoração do Dique”. Feita com 6 mil garrafas pet e 250kg de papelão, peça é iluminada com energia solar.


 Uma notícia ruim que deu no Jornal A Tarde, de 17 de dezembro de 2013, 3a. feira: “Zezéu Ribeiro – “Na Bahia, são 4 mil escolas sem água potável, sem ter como preparar merenda”. “No semiárido brasileiro cerca de 15 mil escolas não têm água. Em pleno século XXI assistimos impassíveis a este fato inaceitável sob qualquer ponto de vista. Na Bahia, são 4 mil escolas nesta situação, sem abastecimento de água potável, sem ter como preparar a merenda escolar, e onde as crianças, muitas vezes, não contam com banheiros ou esgotamento sanitário.


Li no Jornal A Tarde, de 17 de dezembro de 2013, 3a. feira, que trouxe a seguinte manchete: “Salvador – Prefeito descara superferiadão durante a Copa”. Decisão agrada a comerciantes que tiveram 40% de prejuízo dos feriados dos jogos realizados pela Fifa em 2013.



Até amanhã meus fiéis seguidores!

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